19dez
Em: 19/12/2019

Flexibilizar normas não vai contra o trabalhador, mas a favor de quem está desempregado

Tudo aquilo o que defendi na campanha de 2018 e no início do nosso mandato, na Câmara, está sendo concretizado. A afirmação é do deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), que assumiu um novo desafio, neste fim de ano: relatar a medida provisória do Emprego (MPV 905), na comissão mista (Câmara e Senado).

– Eu dizia sempre que iríamos investir na criação de empregos, e estamos terminando o ano fazendo a relatoria da MP do Emprego, uma medida que tem o potencial de gerar milhões de oportunidades de trabalho, não de uma só vez, mas em uma escalada, que estimule os micro, pequenos e médios empregadores a contratarem jovens, de 18 a 29 anos, que aguardam ansiosamente, oportunidades do primeiro emprego- reforçou o deputado.

Trabalho

O trabalho na Comissão Mista que vai analisar a MP do Emprego já começou. Além das reuniões com o presidente, senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e o deputado Lucas Vergilio (Solidariedade-GO), Christino tem recebido de setores da sociedade muitas sugestões ao texto apresentado pelo governo federal.

– São sugestões muito bem-vindas, que vão ser analisadas, por todos nós, da Comissão Mista. Que podem ser ou não aproveitadas no relatório que pretendo apresentar à comissão, antes do carnaval. Aprovado o parecer sobre a MP do Emprego, segue para debate e votação nos plenários da Câmara e do Senado. A minha expectativa é que a gente consolide tudo até abril de 2020 e a MPV 905/19 vire lei- explicou o relator.

Flexibilização

Segundo Christino, ao flexibilizarmos algumas normas, na MP 905/19, não temos a intenção de ir contra o trabalhador, como muitos dizem, mas a favor de quem está desempregado, e que precisa de um estímulo para estar no mercado de trabalho, num momento de crise.

– Não podemos perder a esperança em 2020. Vamos fazer de tudo para reduzir o desemprego, que afeta milhões de brasileiros. Além de dar oportunidade ao jovem, de 18 a 29 anos, vamos trabalhar para estender a medida ao público de mais de 55 anos, a chamada Economia Prateada, que está longe de aposentar-se, vive na informalidade e precisa ser reinserido ao mercado de trabalho- afirmou o relator.