22jul
Em: 22/07/2020

Setor ganharia ainda mais força com a abertura do mercado

O deputado federal Christino Áureo (PP-RJ) ressalta a importância da aprovação da nova Lei do Gás (Projeto de Lei 6.407/13) para o agronegócio, setor mais forte da economia brasileira. Segundo ele, a criação de um mercado mais competitivo para o insumo, por meio da retirada do monopólio da Petrobras na produção e na distribuição, trará ainda mais benefícios a um segmento fundamental no país.

– O agronegócio é o setor mais vigoroso da nossa economia. Um segmento exportador, com agroindústrias fortes. E isso significa precisar de uma fonte barata de energia. Conto com o setor mobilizado (para a aprovação no Congresso) para que tenhamos, sim, o gás como uma oferta importante para o desenvolvimento do país – afirma o deputado.
O gás natural está presente em várias etapas da cadeia produtiva do setor. Na fruticultura, pode ser utilizado para acelerar o amadurecimento das frutas verdes. É utilizado, também, no processo de produção da empresa de ração, laticínios e pescado. Além disso, pode ser o combustível para transportes em automóveis leves e pesados. Sem falar em mais segurança, menor impacto ambiental e benefícios econômicos (preço frente aos combustíveis alternativos) e indiretos (instalações mais compactas e ausência de estoques).

Mais benefícios

Como presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (FREPER), Christino Áureo tem trabalhado duro para que a pauta seja levada à votação na Câmara dos Deputados. Para ele, porém, ainda há um caminho a ser percorrido. Mas é fundamental que o PL seja aprovado, porque proporcionará, com a abertura de mercado, outros benefícios ao agronegócio, e a oferta do gás natural será melhorada Brasil afora.

– A exportação exige que os custos de produção sejam competitivos em relação aos demais países. Precisamos ter a consciência de que, se não tivermos preços de insumo e energia baixos, não teremos produtos competitivos lá fora, como é nosso agronegócio. Temos que nos manter assim. Estamos numa posição em que precisamos fazer com que o gás seja uma oferta permanente para o agro e demais segmentos do país – explica Christino Áureo.