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Em: 04/06/2020

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o deputado destaca que é possível produzir mais, de forma sustentável

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o deputado federal Christino Áureo (PP-RJ) lembrou a importância de o Brasil desenvolver uma agricultura mais ecológica, com foco na preservação dos recursos naturais. Autor do Projeto de Lei Brasil Rural Sustentável (PL 4778/19) – que visa espalhar a bem sucedida experiência do programa Rio Rural para todo país – Christino ressalta que é possível promover o desenvolvimento da agropecuária aliada a tecnologias e manejo que respeitem o meio ambiente.

– Hoje, é um dia para refletirmos que não podemos perder os avanços conquistados nos últimos anos. Mais do que isso, é preciso avançar na pauta da promoção de uma agricultura ecológica. É o que o mundo, comprador do nosso agronegócio, espera do Brasil. É o que a sociedade quer. Se for para passar uma boiada, que essa boiada seja verde, venha de pastejos sustentáveis, de práticas que preservem o ambiente. O Congresso não permitirá retrocessos na agenda ambiental do país – afirma o deputado.

O Brasil Rural Sustentável visa reproduzir nacionalmente uma política pública implantada por Christino Áureo quando era secretário estadual de Agricultura no Rio de Janeiro, o Rio Rural. A iniciativa foi reconhecida pela FAO, braço da Organização das Nações Unidas para a agricultura, e apresentada na Conferência do Clima, em Paris, como programa relevante para o combate ao aquecimento global. O Projeto de Lei está em tramitação na Câmara do Deputados.

Rio Rural

Presente em 373 microbacias hidrográficas de 78 municípios do Estado, o programa Rio Rural beneficiou quase 50 mil produtores familiares, com apoio técnico e financeiro para a implantação de projetos econômicos nas diversas cadeias produtivas e ações ambientais com foco na gestão de recursos hídricos. As ações foram responsáveis pelo aumento da renda no campo e melhoria das práticas agrícolas e ambientais. Aproximadamente 1,5 milhão de hectares de terras passaram a ter sistemas de produção melhorados no território fluminense, e 8.500 nascentes foram protegidas. O programa contou com recursos do Banco Mundial.