31jul
Em: 31/07/2019

O deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), que integra a Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável e Petróleo e das Energias Renováveis (Freper) afirmou que a Petrobras tem que minimizar o impacto negativo no atraso de quase dois anos das obras do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), que desencadeou cinco ações civis públicas em tramitação no Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Ele defendeu ainda, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que a Petrobras vai assinar com o Ministério Público do Rio (MPRJ), nesta sexta-feira (2), no valor de R$ 815 milhões para os municípios de São Gonçalo e Itaboraí, ambos da Região Metropolitana do Rio.

– O Termo de Ajustamento de Conduta é bem-vindo porque alguém precisa ser responsabilizado pela expectativa e a frustração criados em função do Comperj. Os empreendedores apostaram na obra que teve problemas, fora os impactos ambientais, de segurança pública nos municípios do entorno do Rio e das pessoas que migraram por causa das obras e que estão desempregadas, explicou o deputado federal.

Além de São Gonçalo e Itaboraí, outros municípios do Estado do Rio vão ser ressarcidos pela Petrobras, segundo o promotor Tiago Gonçalves, responsável pelas ações no Ministério Público do Rio de Janeiro. São eles: Maricá, Tanguá, Rio Bonito, Cachoeira de Macacu e Niterói.

De Brasília, Ivana Figueiredo.