15fev
Em: 15/02/2020

Um dos principais focos do deputado foi o microcrédito, abordado em reunião na FEBRABAN

O deputado Christino Áureo (PP-RJ) deu continuidade, nesta sexta-feira (14), aos debates sobre a MP do Emprego (MP 905), da qual é o relator. Além das audiências que ocorreram no Congresso Nacional, em Brasília, nas duas últimas semanas – no dia 18, haverá mais uma –, ele tem visitado diferentes entidades vinculadas tanto aos empregados quanto aos empregadores.

Em São Paulo, o deputado se reuniu com importantes instituições: FECOMERCIOSP, para discutir as visões do setor de comércio e serviços a respeito do conteúdo da Medida Provisória, além de FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) e ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão).

– As visitas visam construir uma compreensão das diversas demandas existentes, de modo que o relatório tente refletir o momento pelo qual passa o mercado de trabalho, as mudanças nas formas de se prestar as diversas jornadas e, especialmente, conhecer ferramentas de qualificação dos trabalhadores e tratar de aspectos ligados ao microcrédito, principalmente com relação aos bancos – destaca Christino Áureo.

Na pauta

– Na FEBRABAN, quis dar foco sobre o debate do microcrédito. A nossa expectativa é que, de um volume de R$ 5 bilhões existentes hoje na economia, possamos atingir um valor até oito vezes maior, ou seja, 40 bilhões, ao final de 2022. É uma meta bastante ambiciosa, além de sairmos dos atuais dois milhões de pessoas atendidas para 10 milhões, no mesmo período – explica o deputado.

Para dar andamento à questão do microcrédito e avançar no assunto, o deputado Christino Áureo terá um importante encontro na próxima semana, em Brasília.

– Vou me reunir com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e com a sua diretoria, levando uma série de temas relacionados à simplificação do microcrédito, à regulamentação disso entre bancos, novas entidades, empresas potencialmente ofertantes, como fintechs, e outras organizações que possam fazer com que o microcrédito se torne mais capilar, simples e, com isso, atinja de fato as metas que colocamos – pontua Christino Áureo.