11mar
Em: 11/03/2020

Recursos devem atender aos estados e municípios, no caso de um surto da doença, afirma Christino

O deputado Christino Áureo (PP-RJ) esteve com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em audiência pública, na Câmara para debater as ações preventivas da vigilância sanitária, e as prováveis consequências para o Brasil, após a Organização Mundial de Saúde (OMS), decretar a pandemia do novo vírus (Covid-19) com mais de 118 mil casos registrados no mundo.

Segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta quarta (11), o Brasil tem 52 casos confirmados de coronavírus, em sete estados brasileiros e o Distrito Federal. Trinta pessoas estão infectadas em São Paulo, seguido de 13 casos, no Rio de Janeiro, dois casos na Bahia, dois no Rio Grande do Sul e dois no DF. Temos ainda um caso confirmado em Alagoas, um em Minas Gerais e um no Espírito Santo. Além disso, o Brasil tem 907 casos suspeitos em investigação.

– O ministro veio pedir suporte ao Congresso para que o Brasil dê continuidade às medidas para impedir a propagação do coronavírus no território brasileiro. A falta de informação faz tão mal quanto a doença, gerando aflição e ansiedade. Precisamos ainda de medidas concretas de prevenção, em especial, com hábitos de higiene e rigor no período de quarentena de quem viajou e das pessoas que tiveram contato com elas, e de uma atenção especial aos idosos, e aos pacientes de doenças respiratórias crônicas. Por essa razão, queremos garantir que os recursos do orçamento estejam disponibilizados, mas que cheguem na ponta, nos municípios e nos estados, no caso de um surto da doença- explicou Christino.

Recursos

O Poder Legislativo deve liberar até R$ 5 bilhões para que o Ministério da Saúde reforce as ações na Atenção Primária e Hospitalar no combate ao coronavírus.

– Para que haja transparência, vamos convidar um membro do Legislativo para compor um comitê de despesas para o combate da doença. Com esses recursos podemos atravessar essa crise, e se necessitarmos de mais recursos, voltamos a dialogar com o Congresso- afirmou o ministro.